terça-feira, 13 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Fight Club
Ontem eu assisti "Clube da Luta" com Brad Pitt e Edward Norton (I guess it is right). Estava chovendo pedra, bem escuro para ser 16h e era sexta-feira santa. Comecei achando o filme desinteressante, e foi assim durante boa parte dele. De repente, eu me peguei grudada na TV, compenetrada naquela história agoniante. Terminei o filme e fiquei estatelada no sofá. Mas que coisa bizarra. O que eu estava sentindo? Durante um momento, pensei (não muito seriamente) como é bater em alguém. É algo que eu nunca fiz, e digo: é algo que eu tenho curiosidade. Será que realmente alivia nossas tensões? Libera nosso stress? Fiquei mais curiosa do que nunca. "Ei, colega, me bate." No fim do longa, nós ficamos um pouco estranhos. Pouco talvez seja pouco, ficamos bastante estranhos. Depois, comentando com minha mãe (ela nunca o assistiu), ela perguntou: "então, você acha que tem sentido aquele cara em SP ter saído desse filme, arranjado uma metralhadora e metralhado a sala de cinema?". Não tanto né gente, nós temos que controlar nossas emoções para conseguir uma convivência pacífica na nossa sociedade, Entretanto, se ele é um homem perturbado, o filme pode ter influenciado consideravelmente nessa decisão radical que ele tomou: metralhar desconhecidos.
Perturbação foi a palavra da noite de ontem.
Perturbação foi a palavra da noite de ontem.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
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